O encontro com Paolo Gervasi

Foi no WordCamp Pisa que encontrei o Paolo Gervasi.
Não o conhecia.
Nunca o tinha lido.
Era mais um nome na programação… até deixar de ser.

Há momentos em que alguém fala e tu percebes imediatamente que há ali qualquer coisa.
Uma clareza.
Uma forma de ver o mundo que não tenta brilhar, mas ilumina.

Foi isso que senti ao ouvi-lo.
E depois, ao trocar duas ou três frases com ele, percebi que estava diante de alguém que te empurra para pensar melhor, mesmo sem intenção.

Falámos sobre cidade, literatura, IA, tempo e ritmo.
Sobre a importância de observar antes de construir.
Mas também de ousarmos criar juntos com as nossas ferramentas. E por isso lhe ofereci um lápis do nosso Manifesto.

E percebi ali a primeira grande lição de novembro:

A inspiração não pede licença.
Aparece onde menos esperas.

“Tu não precisas de uma app para isto”, pensei pela segunda vez naquele mês.