Dear john

By the time you read this line ill be gone 🎵

Life goes on right or wrong 🎵

Now its only said and done Dear John🎵

Diz-me quando nasceste, e provavelmente saberei dizer se esta frase te diz alguma coisa.

Dear john foi uma série que passou na televisão no final dos anos 80

O genérico começava com John Lacey a chegar a casa e a ter a noção que a mulher o tinha deixado.

Apenas deixou-lhe um bilhete pousado no móvel.

Quando escrevemos somos mais diretos e sinceros.

Custa olhar olhos nos olhos e ser sincero.

Aconchegamos as palavras.

Damos várias voltas ao que queremos dizer.

A frase muitas vezes é ajustada perante a reação que observamos com quem estamos a falar.

Nada disto acontece quando escrevemos.

No entanto, hoje em dia, quando escrevemos, tendemos a pensar nos leitores da nossa mensagem, e não num leitor em particular e quase sem notar, a mensagem perde-se por não ser escrita para um destinatário, mas sim para uma audiência.

Mas um texto escrito em exclusivo para ti tem um poder enorme.

Muitas vezes, aconselho os meus alunos e clientes a escreverem com a fotografia da sua buyer persona à sua frente.

  • Facilita abordar as dores que queres resolver.
  • Ajuda a apresentar soluções.
  • É mais eficaz para conseguires vender alguma coisa àquela pessoa que tens à tua frente.

Se tentares escrever, não um artigo público, mas um texto que seja escrito tendo aquela pessoa em mente, e a enviares num canal em que o destinatário esteja habituado a receber as suas comunicações pessoais (por exemplo, email) a percepção será que tu lhe estás a escrever.

Um texto apenas para ele.

Este é o feedback que tenho recebido de alguns subscritores (quase 600, obrigado).

Gostam de receber diariamente no email uma mensagem que parece lhes ser destinada por se identificarem com o tema que abordo.

Mas hoje gostava de te proporcionar uma experiência diferente.

Quero responder-te a uma pergunta.

Uma dúvida que tenhas.

Vai ser um desafio tanto para mim como para ti.

Imagino que nos últimos tempos a maioria da tua correspondência postal sejam contas para pagar ou publicidade não endereçada.

Já não há emoção ao abrir a caixa do correio.

Mas se me enviares por mensagem LinkedIn ou email, uma pergunta juntamente com a tua morada, prometo escrever uma carta manuscrita com a resposta à tua questão.

Quero estabelecer contigo um vínculo mais pessoal e humano num mundo cada vez mais digital e impessoal.

A morada será descartada, não a quero para nenhum fim promocional ou de marketing.

Mas quero criar um laço de comunicação contigo.

Atrás de cada ecrã e palavras digitais, ainda existe uma profunda necessidade de ligações humanas e empáticas.

Eu estou pronto para escrever? E tu, pronto para receber uma carta?

Tudo de bom,